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Campanhas e Advocacy

Campanhas e Advocacy

Nossos esforços ajudam a transformar políticas e serviços que afetam pessoas deslocadas e apátridas a nível nacional, regional e global. É uma parte vital do trabalho do ACNUR. Tanto nos países de acolhida como nos países de origem, trabalhamos junto à estrutura política, econômica e social nacionais para adequar as políticas, práticas e leis às normas internacionais. Em tempos de deslocamento forçado, advogamos para influenciar governos, parceiros não governamentais e o público em geral a adotar práticas que garantam a proteção a quem precisa.

#ComOsRefugiados


Em um mundo onde diariamente a violência força milhares de famílias a deixarem para trás suas vidas em busca de paz, o ACNUR acredita que este é o momento de mostrar aos líderes mundiais que o mundo está solidário #ComOsRefugiados. 

A campanha foi lançada globalmente pelo ACNUR em junho de 2016 para pedir ao mundo mais solidariedade para com todas as pessoas refugiadas, e aos governos para que encontrem soluções. 

Ao juntar-se ao ACNUR nessa campanha, você está pedindo que os governos trabalhem juntos e assegurem que:

  • Todas as crianças refugiadas tenham acesso à educação;
  • Todas as famílias refugiadas tenham um lugar seguro para viver;
  • Todos os refugiados possam trabalhar e aprender novos conhecimentos que contribuam de forma positiva para suas comunidades.

Década Internacional para Afrodescendentes

A Assembleia Geral das Nações Unidas adotou, em 17 de dezembro de 2023, a Segunda Década Internacional para Afrodescendentes (2025-2034), reafirmando o compromisso global com a luta contra o racismo, a discriminação racial, a xenofobia e formas correlatas de intolerância. A decisão visa dar continuidade e ampliar os avanços alcançados na primeira década (2015-2024), promovendo políticas públicas e ações concretas para garantir os direitos das populações afrodescendentes em todo o mundo.

Ao longo da (link is external)primeira décadaLink is external, foram impulsionadas iniciativas voltadas a reconhecimento, justiça e desenvolvimento, pilares fundamentais para a valorização e inclusão das populações afrodescendentes. No entanto, desafios persistem, incluindo desigualdades socioeconômicas, exclusão sistêmica e violências estruturais. Por isso, a nova década busca fortalecer esses esforços, garantindo a implementação de políticas efetivas que promovam oportunidades equitativas e maior participação das comunidades afrodescendentes em espaços de decisão.

O ACNUR reconhece que afrodescendentes em situação de deslocamento forçado enfrentam desafios específicos, incluindo barreiras de acesso a direitos, vulnerabilidades no contexto de deslocamento e acolhimento, além da discriminação interseccional. Em resposta, a agência trabalha para garantir que políticas de proteção e acolhimento considerem essas realidades, promovendo ações afirmativas para facilitar o acesso a documentação, emprego, educação e moradia digna para refugiados, e apátridas e outras pessoas afrodescendentes que requerem proteção internacional.

Além disso, a Segunda Década Internacional para Afrodescendentes enfatiza a necessidade de investimentos sociais e econômicos para reduzir desigualdades estruturais. A ONU tem incentivado os Estados-membros a adotarem legislações e mecanismos específicos para enfrentar a discriminação racial e ampliar as oportunidades para afrodescendentes em diversas áreas, como mercado de trabalho, cultura, saúde e segurança. O fortalecimento de redes comunitárias e a promoção do empreendedorismo negro também são aspectos centrais dessa nova fase.

O ACNUR reforça seu compromisso com essa agenda global, trabalhando junto a governos, organizações da sociedade civil, setor privado, academia e comunidades para garantir que a proteção e os direitos dos afrodescendentes forçados a se deslocar sejam plenamente reconhecidos e garantidos. O combate à discriminação racial e a promoção da inclusão são pilares essenciais para assegurar que todos tenham acesso a um futuro digno, seguro e com plenos direitos.

Plataforma Help

Milhões de pessoas refugiadas no mundo têm direito à proteção e à integração no país de acolhida. Elas podem enfrentar muitos desafios nesse processo, especialmente quando é difícil ter acesso à informação confiável e coordenada sobre seus direitos e serviços.

Por isso, a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) desenvolveu o site Help, uma plataforma on-line para servir como fonte de informações úteis, atualizadas e relevantes para refugiados, solicitantes da condição de refugiado e apátridas recém-chegados ou que já vivem no Brasil.

site da Plataforma Help foi criado a partir de uma metodologia de projeto centrada no ser humano (human-centered design), que explora o poder da inovação para criar produtos e serviços que atendam às necessidades dos beneficiários. Após diversas consultas com a população refugiada, o ACNUR desenvolveu a plataforma, disponível em ajuda.acnur.org.

O conteúdo do site está disponível em cinco idiomas (português, inglês, espanhol, francês e árabe) e tem como base temas de interesse listados pelos próprios refugiados para acessar conteúdos sobre seus direitos e serviços.

O ACNUR compila as informações de governos, instituições, sociedade civil, academia, agências internacionais e as reúne em um único site, facilitando o acesso à informação para a população refugiada e migrante.

Na plataforma Help, o usuário pode encontrar informações confiáveis e atuais sobre trâmites legais, acesso aos sistemas de saúde e educação, abertura de contas bancárias, abrigamento, ingresso universitário, contato de organizações que facilitam a empregabilidade de pessoas refugiadas e serviços de orientação e assistência social em várias cidades do país.

A plataforma Help é a principal referência para informar pessoas refugiadas sobre seus direitos, propiciando informações para sua acolhida e integração no Brasil.​

 


Prêmio Nansen

Todos os anos, o prêmio Nansen homenageia um indivíduo ou organização que dedicou seu tempo e fez a diferença na tarefa de ajudar pessoas deslocadas à força de suas casas.

O Prêmio recebeu o nome de Fridtjof Nansen, valente explorador norueguês dedicado às causas humanitárias que serviu como o primeiro Alto Comissário para Refugiados da Liga das Nações.